sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Erro médico na acupuntura…


Dona-de-casa é esquecida na acupuntura com 8 agulhas no pé

O GLOBO – SP - Plantão | Publicada em 13/02/2009 às 06h48m

SÃO PAULO - A dona-de-casa Eunice Mariano Ferreira, de 44 anos, não tem dormido bem. Desde a noite da última terça-feira, quando ficou mais de três horas esquecida com oito agulhas em um dos pés, dentro de um centro médico de Piracicaba, a 161 quilômetros da capital, ela tem passado as noites em claro.

Eunice chegou ao Centro de Especialidades de Piracicaba, administrado pela prefeitura, por volta das 18h, para fazer sua primeira sessão de acupuntura. Havia mais de dois anos que tentava marcar a consulta para amenizar as fortes dores que sente pelo corpo. Levada por um médico a uma sala vazia, a dona-de-casa recebeu oito agulhas no pé. O médico pediu que ela aguardasse sentada até a aplicação fazer efeito. Eunice obedeceu à risca a ordem e, nem mesmo quando a porta foi fechada pelo vento, ela se movimentou da cadeira.

Passaram-se três horas e a dona-de-casa continuou esperando o médico chegar para retirar as agulhas, que já estavam incomodando. Só quando passava das 21h e o silêncio fazia-se absoluto no local, ela resolveu tomar uma atitude.

Arrastando a cadeira até a porta, ela a abriu e viu o corredor escuro, completamente vazio. Assustada, saiu pulando em um pé só até a recepção. Foi, então, que, para desespero total, descobriu que a porta estava trancada. Não havia nem mesmo um guarda no local.

Após minutos de agonia, Eunice pensou em ligar a cobrar para um sobrinho, que acionou a Guarda Civil Municipal. Por volta das 21h30m, ela foi resgatada e levada a um ponto-socorro, onde finalmente as agulhas foram retiradas.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o médico que aplicou as agulhas em Eunice reconheceu ter esquecido a paciente. Disse, ainda, que o ocorrido foi uma fatalidade e que o médico já atua no centro há mais de dez anos, sem nenhuma reclamação sobre seu trabalho. Mesmo assim, ele terá que se reunir, hoje, com o secretário da pasta, Fernando Cárdenas, para explicar o que, de fato, aconteceu.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Estabelecendo uma prática diária de ChiGong


Estabelecer um horário para prática caseira do ChiGong é uma forma de criar uma conexão direta com o cultivo de seu Chi. O lado ruim disso, digamos, esta na falta do professor e seus conselhos corrigindo postura, movimento, etc., levando você ao perigo de desenvolver hábitos nocivos à sua prática. Por isso é crucial freqüentar um curso, uma classe regular de ChiGong, seja qual for o sistema. A informação passada pelo mestre naquele momento da aula tem valor inestimável, pois, como diz o ditado chinês, uma imagem vale por mil palavras.

A boa notícia é que há uma série de complementos na forma de livros, DVDs, CDs, etc. que ajudam a sua prática caseira. Hoje em dia já não é difícil encontrar este material em boas livrarias, na sessão de Terapias Alternativas. Diferentes mestres estarão presentes na sua prática através destas portas que se abrirão para você.

Pense nisso, e não perca seu tempo esperando por dias melhores, horários melhores, suas férias, sua aposentadoria.

Lembre-se, o tempo não para, dizia o poeta Cazuza.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Reproduzo abaixo notícia publicada no Correio da Manhã - Portugal


10 de Novembro 2008 - 00h30

Determinação da OMS

A Medicina Chinesa deve ser integrada

A Organização Mundial de Saúde (OMS) exige que a medicina tradicional chinesa seja integrada nos planos nacionais de saúde, alegando que "as pessoas têm o direito e o dever de participar individual e colectivamente nas decisões do seu sistema de saúde, incluindo o acesso à medicina tradicional".


No encerramento do congresso nacional de medicina tradicional chinesa, realizado em Pequim, a OMS esclarece que os governos nacionais devem estabelecer mecanismos de licenciamento e acreditação daquelas práticas, como "medicina alternativa ou complementar". O organismo das Nações Unidas assinalou que a integração da medicina tradicional nos planos de saúde é "uma das melhores maneiras de assegurar o seu uso adequado".


quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Cuidado ao atender as 'turbinadas'


Olha só a notícia que saiu no Terra: Excesso de silicone faz seio explodir.
A recomendação do médico: evitar acupuntura no local, portanto, olho vivo de agora em diante, na dúvida se é natural ou nao, melhor testar antes.

Prótese de silicone estoura após picada de abelha

Uma picada de abelha no seio estourou a prótese de silicone de uma moradora da cidade de Miaoli, em Taiwan. A mulher de 31 anos, que não quis se identificar, andava de motocicleta usando um vestido decotado quando sofreu a picada no seio direito.
"Meu seio desapareceu em apenas dois dias", afirmou a mulher. Segundo o site Ananova, ela havia colocado próteses de silicone de solução salina três anos atrás.
O cirurgião Zeng Dingchang afirma que o implante de seios com as próteses salinas é capaz de resistir a uma pressão de até 200 kg e qualificou o episódio como "muito atípico".
"A paciente é magra e o implante fez com que sua pele se tornasse muito esticada e fina, ficando mais suscetível a esses incidentes", falou o médico, responsável pela colocação da nova prótese na paciente.

Ele recomenda às moças que tenham silicone para evitarem técnicas como a acupuntura no local.

aqui a notícia no Terra.

Dúvidas sobre acupuntura e MTC


Existem atualmente, no Ocidente, quatro tipos diferentes de acupuntura sendo praticados:

1) Acupuntura sintomática simplificada: praticada pela maioria dos que atuam na área. É a chamada acupuntura dos médicos pés-descalços na China. É bem pontual, ou seja, atua diretamente no sítio da patologia, utilizada principalmente para o tratamento de dores localizadas. Útil, obvio, mas muito limitada, é praticamente uma reflexoterapia.

2) Acupuntura ocidental: também chamada de acupuntura neurogênica. Está sendo pesquisada em universidades. Há uma tentativa de comprovar sua eficácia e mecanismo de ação cientificamente, e, para tanto, os conceitos tradicionais são convertidos em termos ocidentais o que, de certa forma, tira o sentido original deles. Segundo se apregoa, este tipo de acupuntura só pode ser praticado por médicos ocidentais. As técnicas usadas são essencialmente sintomáticas. Esta acupuntura é a que é ensinada aos médicos dentro de universidades ou em associações médicas de acupuntura.

3) Acupuntura comercial: esta forma de acupuntura é ensinada em cursos rápidos, tipo caça-níquel, onde o aluno é bombardeado com conceitos pseudocientíficos, tipo, física quântica envolta em uma roupagem metafísica, para explicar o seu mecanismo de ação, quase todos baseados no livro ‘O Tao da Física’ de Fritjof Kapra – livro este que, nas duas primeiras partes expõe magnificamente sobre antigas religiões e física moderna, na terceira parte se perde tentando conectar uma com a outra, terminando numa grande salada, nem científica, nem metafísica. Infelizmente, é esta terceira parte que influenciou muitos adeptos da Nova Era, e estes acabam afirmando que a física quântica prova a realidade da existência do Qi da MTC.

4) Acupuntura tradicional: existe há milhares de anos, e não precisa mais provar nada a ninguém, isto é, já deu milhões de provas de sua eficácia. O utente é visto dentro dos conceitos tradicionais, ou seja, ele é uma unidade cosmopsicossomática. É uma acupuntura totalmente integrada à natureza, sua abordagem se dá situando-se ela dentro do campo onde o usuário vive. São levadas em consideração as mais diversas condições, tais como ambiente, alimentação, estilo de vida, aspectos emocionais do utente, dentre outros. Alguns médicos ocidentais aplicam estes conceitos, mas são raríssimos. Os grandes praticantes desta forma de acupuntura são os Terapeutas Orientais, isto é, aqueles que tem uma formação sólida na Medicina Tradicional Chinesa pura. Esta é a acupuntura que ensinamos aos alunos de nosso curso de MTC. Não há mistura com conceitos ocidentais, todo o ensinamento vem da base, a Medicina Tradicional Chinesa (MTC). A técnica passada nos cursos é a da Agulha Única, desta forma o aluno sai preparado para utilizar somente UMA agulha de acupuntura por sessão, uma vez que, dominados os conceitos originais da MTC, este verá claramente qual o ponto que devolverá o total equilíbrio ao utente, não necessitando de várias agulhas para atingir sua meta: devolver-lhe a saúde.

quinta-feira, 31 de maio de 2007

Acupuntura contra o vício da cocaína

Notícia veiculada pela BBC aponta a acupuntura como sendo um dos melhores tratamentos contra o vício da cocaína. Esta novidade partiu de pesquisadores da Universidade Yale (EUA).

De acordo com a equipe americana, o uso de agulhas em certas regiões da orelha (aurículoacupuntura) reduziu em mais da metade o número de dependentes da droga.

Segundo a BBC, os resultados indicaram que 54,8% das pessoas que receberam o tratamento com acupuntura testaram negativo para a presença da droga uma semana depois do tratamento.

Para testar o efeito psicológico, outros dois grupos de controle foram utilizados. Um deles recebeu as mesmas agulhas na orelha, mas em locais diferentes dos indicados, e o outro grupo recebeu uma técnica de relaxamento.

Isto nos leva a concluir, mais uma vez, a validade das chamadas medicinas brandas, pois a própria acupuntura já foi apontada durante muitos anos pela comunidade científica como prática de charlatães, sofrendo enorme desprezo.

Estes estudos não só estão redimindo esta técnica como também tornando-a acessível a uma parcela maior da população, o que é ótimo do ponto de vista dos utentes pois estes só tem a ganhar com este novo rumo da acupuntura.


O Dilema da Terapia de Reposição Hormonal (TRH)

Este artigo escrevi no ano de 2000, baseado no que preconiza a MTC.

Passaram-se já 7 anos, mas parece que a MTC continua atualíssima, enquanto isso a Medicina Ocidental muda de posição em relação à TRH a cada nova estação do ano.

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Deve uma mulher próxima da menopausa fazer terapia de reposição hormonal? E por quanto tempo?...

A Terapia de Reposição Hormonal (TRH) pode fazer maravilhas pelas mulheres, mas novos estudos estão pondo em evidência os riscos associados a esta terapia.

A todo instante um novo estudo é publicado a respeito da TRH e as informações novas conflitam com as antigas, o que leva a nova tomada de decisão. E esta decisão, naturalmente, cabe à mulher. Fazer ou não fazer a TRH. Suportar ou não os calores, a depressão. Prevenir ou não as doenças da velhice tais como a osteoporose e as doenças cardíacas?

Esta decisão nunca foi fácil, mas depois das últimas novidades, tornou-se mais difícil ainda. De acordo com um estudo publicado pelo Journal of the American Medical Association, as 8,6 milhões de mulheres americanas que neste momento estão fazendo TRH com a terapia combinada (estrogênio + progesterona), a prescrição mais comum em TRH, podem estar no caminho do alto risco de desenvolvimento de câncer de mama, num nível jamais suspeitado. Mas, quanto mais alto? A terapia combinada, segundo os autores do estudo, pode aumentar o risco de câncer de mama em 8% ao ano, contra somente 1% para aquelas mulheres que fazem a TRH somente com o estrogênio. O que mais surpreendeu foi a magnitude do aumento, diz o epidemiologista Dr. Walter Willet, da Escola de Saúde Pública de Harvard. É raro ver um aumento neste nível.

O quadro pode não ser tão feio assim. Segundo o estudo apresentado, baseado no acompanhamento de 46.355 mulheres menopausicas, o número daquelas que usavam a terapia combinada é relativamente pequeno, o que reduz em muito o universo de indivíduos. O risco também só aumenta após o quarto ano consecutivo do tratamento, o que reduz mais ainda o quadro de indivíduos. Finalmente, de um total de 2.082 casos de câncer de mama, somente 101 ocorreram com mulheres que estavam usando a terapia combinada. E este número ocorreu num universo de 3.200 mulheres que estavam fazendo a TRH combinada por 4 anos ou mais.

Outro detalhe interessante é que o aumento de risco se dá entre mulheres magras, que eram 2/3 dos 39 casos registrados. Mas há boas notícias também: após parar com a TRH, o risco de câncer cai drasticamente.

Por estas razões, muitos especialistas na área recomendam a TRH de curto prazo, a qual oferece alívio aos incômodos típicos da menopausa e ao mesmo tempo reduz em muito os riscos associados a esta terapia.

Até o presente momento, os estudos sobre efeitos da TRH eram baseados somente nos casos em que a reposição era feita somente com estrogênio, hoje em dia reservada somente para mulheres que foram histerectomizadas.

A questão levantada é a seguinte: a TRH feita somente com estrogênio aumenta em muito o risco de câncer de útero. Já a TRH combinada reduz este risco a quase zero, mas em compensação eleva o risco de câncer de mama a níveis perigosos.

Todos estes dados colocam as mulheres numa situação delicada. Ou fazem a TRH ou agüentam os incômodos da menopausa. Uma discussão interessante para terem com seus médicos, e família também.

A alternativa natural para esta situação, e que não envolve riscos, é a TRH feita com ervas medicinais. A esta se agrega exercícios físicos, alimentação correta e muito sol. Existem hoje inúmeros trabalhos científicos comprovando a eficácia dos suplementos alimentares feitos de plantas. Estas plantas contêm fitoestrógenos, compostos sintetizados pelas plantas e que simulam o estrogênio do corpo, que protegem contra as doenças ligadas à velhice ao mesmo tempo em que aliviam os sintomas da menopausa. Além disto, os fitoestrógenos além de não provocar o crescimento do revestimento uterino, não aumentam o risco de câncer de útero e de endométrio.

Uma outra pesquisa, publicada pela revista Annals of Medicine, sugere que, no Japão, país onde o consumo de vegetais ricos em fitoestrógenos é acentuado, tais como a soja, por ex. -, a incidência de ataques cardíacos é bem menor que nos EUA. Também é menor a incidência de câncer de mama, útero e ovários. Um relato publicado no periódico American Journal of Clinical Nutrition, informa que cientistas descobriram que um tipo de fitoestrógeno da soja parece proteger contra doenças cardíacas e perdas ósseas da coluna.

O consumo de fitoestrógenos pode ser aumentado através do consumo de tofu, missô, leite de soja, grão-de-bico e lentilha. Ou então, através de suplementos nutricionais, neste caso, somente com a supervisão de um fitoterapeuta qualificado ou de seu médico.


O churrasco e o câncer de mama

Cientistas americanos apresentaram novas evidencias de que a carne grelhada, tostada ou frita oferece risco de câncer de mama.

Aparentemente o culpado é um composto produzido quando a carne é cozida a altas temperaturas, o PhIP.

Cobaias de laboratório que ingeriram altas doses deste composto desenvolveram câncer nas glândulas mamárias.

Um estudo americano em 900 mulheres, das quais 300 tinham câncer de mama revelou que as que comiam grandes quantidades de carne tostada ou grelhada tinham um risco duas vezes maior de desenvolver câncer de mama do que aquelas que raramente ou nunca ingerem este alimento.

Também pesquisadores alemães relatam que descobriram que o PhIP imita ligeiramente o hormônio feminino estrogênio, sendo talvez por isto que este composto causa maior dano nas mamas. Um outro grupo de cientistas, da Universidade Johns Hopkins, de Baltimore informou que mulheres ficam mais sujeitas a desenvolver câncer de mama se forem portadoras de um tipo de gene que acelera a ativação do PhIP e de seus similares químicos, as aminas heterocíclicas (compostos produzidos quando aminoácidos -os blocos formadores de proteína- reagem com a creatina, substância encontrada nos músculos). Quanto mais altas forem as temperaturas, mais as substâncias reagem e maior é o risco.

A conclusão mais recente da ciência é de que o câncer é uma doença complexa, que é deflagrada e pode ser evitada por muitas forças diferentes dentro e fora do corpo, segundo a Dra. Kala Visvanathan, principal autora do estudo.

"Nem tudo se resume a que fatores os indivíduos são expostos, mas à combinação daquilo a que são expostos e de seu perfil genético", disse ela.

Outro detalhe a ser levado em conta é que o risco de câncer de mama por consumo de carne grelhada não difere em muito do risco associado à obesidade, ao consumo de álcool ou à gravidez interrompida.

Uma sugestão aos carnívoros compulsivos é o uso da panela. Quando a carne é grelhada, a gordura costuma pingar sobre as brasas quentes e avivar as chamas, sujeitando-a a um calor bastante elevado. Métodos similares de cozimento de alta temperatura, como assar e fritar, podem ter o mesmo efeito. A recomendação é que a carne seja cozida em panela, ensopada ou preparada no forno. No caso de grelhar algum alimento, que ele primeiro seja cozido parcialmente, para que passe menos tempo exposto às chamas.


O tabagismo e o câncer de cólon

Mais um estudo americano vincula o hábito de fumar com o câncer de cólon, portanto, mais um tipo de câncer, além dos 3 mais mortais, causado pelo fumo, segundo cientistas americanos.

A investigação, realizada por especialistas do Instituto Nacional do Câncer dos EUA, indica que o tabaco parece estar por trás dos cânceres de pulmão, mama, próstata e, segundo suas investigações de agora, também do de cólon. "Encontramos associações entre o uso do tabaco, adenomas e câncer de cólon", declarou um dos cientistas, Dr. Richard Hayes, que apresentou suas conclusões na reunião que ocorre em São Francisco da Associação Americana de Investigação sobre o Câncer.

Até o presente momento, o tabaco estava vinculado ao aparecimento de pólipos que poderiam se converter em cancerígenos, mas agora se considera que o hábito de fumar pode ser responsável pelo crescimento agressivo destes pólipos e do desenvolvimento do câncer em si.

O Estudo:

As conclusões foram obtidas a partir da análise de 1.900 casos de pacientes afetados por um tipo de pólipo denominado adenoma.

Os dados revelaram que as cifras mais elevadas de adenomas e câncer de cólon se deram entre os consumidores de tabaco.

O câncer de cólon é o terceiro mais freqüente, tanto em homens quanto em mulheres, e o terceiro também em número de mortes produzidas, perdendo somente para o de pulmão e próstata, no caso dos homens, e de pulmão e mama, e no caso das mulheres.

Quanto mais tempo se fuma, maior é o risco de que se contraia a doença, sustenta Richard Hayes, o qual indica que ao deixar de fumar, reduz-se o risco que comporta o consumo de tabaco.